Desde criança, meu pai me chama de "pequena flor de cactos do deserto". Podia ser rosa, orquídea, margarida. Nenhuma delas. Com tanta flor no planeta, ele escolheu justamente essa pra me referenciar, para me conectar com.
Ele não podia estar mais certo. Nem clichê, nem rara, nem simples. Sou mesmo uma flor de cacto.
E voltei a escrever.
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